DANILO MIRANDA REAFIRMA SEU COMPROMISSO COM UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E AUTORIZA DISTRIBUIÇÃO DE MOBILIÁRIO ESCOLAR NA REDE DE ENSINO TRAIRENSE.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Deputada quer asfaltamento de rodovias estaduais para escoar produção
Pensando nas populações dos municípios de Moju e Acará, situados no nordeste paraense, no Baixo Tocantins, a deputada Nilma Lima batalha desde o início de seu mandato para que a complementação da pavimentação da PA 252 aconteça.
São 137 quilômetros da via, que se for finalizada, facilitará o escoamento da produção de feijão, arroz, milho, mandioca e dendê, vindos dos setores agrícolas do local, especialmente, da agricultura familiar, além da possibilidade de atrair indústrias, como a empresa Sococo já instalada.
“Já oficializei esse pedido ao governador do Estado, Simão Jatene, e ao secretário de Transportes, Francisco Melo (Chicão), para que aloquem a pavimentação do restante dessa PA, como prioridade no Projeto do Plano Plurianual (PPA) 2012/2015 e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2012” , detalhou a deputada.
ALENQUER - Dando seqüência às melhorias em infra-estrutura, Nilma Lima também apresentou moção solicitando providências urgentes para as PA-254, em Alenquer, bem como, a construção em concreto da ponte sobre o Rio Curuá e recuperação das pontes do Tamanduá e Fazenda Tropical, ambas em situações precárias de trafegabilidade. A do rio Curuá, que fica na comunidade Curratela, na PA 254, foi submersa e levada pela força das águas.
Segundo a parlamentar, o município de Alenquer tem sua economia baseada dos setores agrícolas, da agropecuária, do extrativismo e da pesca, hoje, extremamente prejudicados, pela situação precária da PA-254, formada por estradas que dão acesso a milhares de propriedades rurais. As fortes chuvas que têm caído no município e região agravaram as condições de trafegabilidade da estrada estadual.
“Escutei relatos de líderes comunitários, de agricultores, de pecuaristas, de professores, de estudantes e de comerciantes do local, informando as precárias condições da estrada que ainda é de chão batido. Não tem nada asfaltado”, disse a deputada.
Nilma, que esteve em Alenquer nos dias 12 e 13 de junho, já retomou o pedido ao secretário de Estado de Transportes, Francisco Melo Filho (Chicão), para que pelo menos disponibilize uma balsa motorizada para travessia dos veículos sobre o rio.
Se viabilizado o pedido de Nilma, a melhoria das PA-254 trará benefícios para quase 130 mil habitantes da zona rural daquela região.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O VALOR DA ESCOLA PÚBLICA
Competitividade é a palavra-chave no mundo globalizado. O Brasil, se quiser estar entre os melhores no mercado internacional e se firmar como um confiável e promissor parceiro comercial, terá que preparar seus cidadãos – principalmente os jovens – para as permanentes olimpíadas que exigem conhecimento em todas as áreas. Para isso, é imperioso que os investimentos na educação sejam levados mais a sério, principalmente quando se fala em educação pública, para a qual o destino das verbas é escasso e vago. O Ministério da Educação deve ter mais rigor na fiscalização da qualidade do ensino praticado hoje nas universidades que estão espalhadas em toda esquina. Trata-se a educação como mercadoria que pode ser adquirida em módicas e eternas prestações.
Não faz muito tempo, quase duas décadas, que as escolas públicas eram muito melhores. Do ensino básico ao universitário. Meus filhos estudaram em escola pública, e eu mesmo me gabo de ter frequentado o velho Colégio Estadual Paes de Carvalho, que já foi uma das maiores instituições do País. Então, o que aconteceu com a educação brasileira? Quando as escolas públicas deixaram de ser um ambiente pacífico, um polo de civismo e conhecimento, e se tornaram sucatas onde imperam a violência e a ignorância? São perguntas difíceis, porque nas respostas está o mais árduo trabalho de qualquer governo: largar tudo e investir na educação pública, que começa com salários melhores para professores, escolas profissionalizantes, recuperação das salas de aulas, criação de espaços propícios para a criatividade, educação continuada para os professores, combate à evasão e à repetência, e, talvez, o mais importante: investir na inteligência brasileira.
É a inteligência que faz um pequeno chip, produzido na China, por exemplo, valer algumas toneladas de minérios de ferro extraídos aqui no Pará. O Brasil tem muitas riquezas, mas não sabe aproveitá-las. É aí que está a resposta de por que países tão pequenos da Europa, como a Suécia por exemplo, conseguirem dar aos seus cidadãos um padrão de vida tão elevado. Nos Estados Unidos, que o mundo não vê como grande exemplo, as universidades são patrimônios públicos. Não que os estudos sejam gratuitos, mas por causa do valor social e cultural que mantêm por séculos. As instituições americanas de ensino superior são as melhores do mundo. Os formados em Harvard ou Stanford, por exemplo, têm passaporte garantido na elite intelectual que vai promover a evolução no mundo em todas as áreas. Aqui no Brasil, o governo se contenta com uma média 4 no índice oficial de desenvolvimento na educação básica. E aí estão incluídas as escolas públicas e particulares. Sem falar nos 14 milhões de analfabetos que, decididamente, não têm qualquer possibilidade de inclusão social.
No Pará, é melhor relembrar os tempos de glória do Colégio Paes de Carvalho, da Escola Rego Barros, do Instituto de Educação do Pará, a Escolinha da Universidade Federal do Pará e as filas que se formavam em frente à Escola Ulysses Guimarães. Entre as 50 melhores escolas do País não há nenhuma da região Norte. Tanto faz. O Brasil é um desperdício de talento, de educação. A escola insiste em repetir velhos métodos que não servem mais para os dias atuais. Existem muitos casos, dentro das escolas, nos quais o professor tem menos conhecimento que seus jovens alunos, por causa do mundo globalizado e informatizado. As universidades não estão engajadas em preparar melhor seus profissionais que, por outro lado, são os responsáveis por melhorar o ensino básico e fundamental. Vivemos em um círculo vicioso quebrado, aqui e ali, por professores persistentes que não desistem de seus sonhos apesar de toda a carência, da pobreza que está em toda parte do setor. O melhor exemplo disso vem do Piauí, precisamente do município de Cocal dos Alves, que tem 5,6 mil de habitantes, cuja fonte principal de renda é a plantação de caju, mas de onde as escolas públicas têm revelado fenômenos que colecionam medalhas nos concursos educacionais. E tudo começou com o professor de matemática Antônio Cardoso do Amaral que convenceu seus alunos a enfrentar desafios.
É como disse Ruy Barbosa: As palavras convencem, mas são os exemplos que arrastam.
JADER BARBALHO
*Texto originalmente publicado no jornal Diário do Pará no dia 31 de Julho de 2011.
*Texto originalmente publicado no jornal Diário do Pará no dia 31 de Julho de 2011.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Sarney vai deixar a política
O presidente do Senado e ex-presidente da República, José Sarney (PMDB-AP), anunciou que não concorrerá novamente a cargos eletivos depois de concluir o atual mandato, que vai até 2014.
A declaração de Sarney, que completou 81 anos em 2011, foi feita durante o evento de lançamento do livro “Sarney, a Biografia”, da jornalista Regina Echeverria, realizado na noite da última segunda-feira em um shopping em São Luís (MA).
A declaração de Sarney, que completou 81 anos em 2011, foi feita durante o evento de lançamento do livro “Sarney, a Biografia”, da jornalista Regina Echeverria, realizado na noite da última segunda-feira em um shopping em São Luís (MA).
terça-feira, 12 de julho de 2011
PMDB: o maior entre os 27 partidos brasileiros
O PMDB reafirma sua primazia de maior partido do Brasil entre as 27 legendas registradas no país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa maioria se traduz tanto em número de filiados, como de prefeitos e vereadores. O PMDB possui cerca de 2,3 milhões de filiados nos cerca de 5,6 mil municípios brasileiros. Quase a metade desse total de membros é formado por mulheres. O PMDB é o partido que tem o maior número de mulheres filiadas. Fico feliz com esses números não apenas por ser filiado à legenda, mas por fazer parte de um partido que ajudou na redemocratização do Brasil. O PMDB tem um passado e um presente muito forte. Caberá a nós continuar com esse legado e construir o futuro!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
PMDB se une para fortalecer bancada
A crise entre PT e PMDB pode doer no bolso do governo e suprimir poder da presidente Dilma Rousseff na edição de Medidas Provisórias (MPs). A procura de bandeiras que fortaleçam a legenda, a bancada do PMDB no Senado quer mudar o indexador que corrige a dívida de Estados e grandes municípios com a União, a despeito de a Fazenda já ter alertado de que isso afeta o ajuste fiscal.
Em jantar anteontem no Palácio Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, a bancada também fechou com a proposta do senador Luiz Henrique da Silveira (SC), "segurando" 20% da parcela mensal das dívidas pagas ao Tesouro. A ideia é transferir esse montante a um fundo para financiar um "megaprojeto de investimentos".
Como o estoque da dívida dos Estados está na faixa dos R$ 400 bilhões anuais, eles teriam R$ 80 bilhões para investir. Luiz Henrique defende a tese de que o governo não tem nada a perder porque os investimentos criariam novos empregos, movimentariam a economia e, com isso, o Tesouro teria uma receita extra proveniente de impostos.
A dívida dos Estados é corrigida pelo IGP-DI mais 6% a 9%, a depender do acordo de renegociação de cada unidade da federação com a Fazenda, o que totaliza algo em torno de 18,5% ao ano. Enquanto isto, lembraram os peemedebistas, o governo federal trabalha com a taxa básica Selic, anual de cerca de 11%.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
MULHERES DO PMDB QUEREM MAIS ESPAÇO DENTRO DO PARTIDO, DISSE A NOVA PRESIDENTE NACIONAL NA CONVÊNÇÃO NÉSTE SÁBADO.
BRASÍLIA - Na abertura da convenção nacional do PMDB Mulher, em Brasília, a sua presidenta, Maria Elvira, “puxou a orelha” dos caciques peemdebistas e pediu mais espaço para as mulheres dentro do partido. “Queremos mais apoio. O que temos ainda não é suficiente”, disse, olhando para o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO).
“Ficamos muito bravas ao ver que o programa do PMDB nacional, veiculado esta semana na televisão, não colocou a cara e a mensagem de nenhuma mulher. Temos senadora, vice-presidente do partido, vice da Câmara, muitas mulheres que poderiam aparecer. Fizemos uma carta dura, de desagravo ao partido”, afirmou Maria Elvira, que após cinco anos à frente do PMDB Mulher passará o comando hoje para a deputada federal Fátima Pelaes (AP).
“Foi um lapso, um erro, que percebi tarde”, admitiu o senador Raupp, ao comentar a ausência da participação feminina no programa. “No próximo programa que vamos produzir e será veiculado em agosto, teremos 30% do tempo com elas”, disse à Agência Brasil.
O programa do partido, veiculado duas vezes esta semana, passará na televisão mais uma vez nos próximos dias. Ele tem a participação do vice-presidente da República, Michel Temer, do presidente do PMDB, Valdir Raupp, dos ministros da Agricultura, Wagner Rossi, e de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, além do senador Eunício de Oliveira (CE) e dos novos filiados Gabriel Chalita, vereador na cidade de São Paulo, e Paulo Skaf, ex-presidente da Fiesp.
Raupp admitiu que a participação das mulheres está aquém da merecida e dos espaço que elas conquistaram na sociedade. Atualmente, elas são apenas 10% no parlamento brasileiro, metade da média mundial, de 20%. A legislação nacional determina que os partidos preencham no mínimo 30% das vagas para as candidaturas de mulheres nas, assembleias legislativas, câmaras municipais, e à Câmara Federal.Maria Elvira disse mais que parabenizava algumas mulheres já com adisposição de lançamento de pre- candidatura a Prefeita como LUCIDIA BATISTA de Juruti no Estado do Pará, que tem nosso apóio, que terá o comando da Deputada Federal Elcione Barbalho, vamos estar juntas com essas bravas mulheres.
A ÚLTIMA FRONTEIRA
O triste episódio do assassinato de dois brasileiros ambientalistas no sul do Pará colocou o nosso estado no noticiário policial de quase toda a mídia do mundo. Essa tecla insistente, essa repetição de fatos que nunca deveriam ter ocorrido, esse ciclo de lamúria que não se rompe precisam ser detonados para bem longe daqui. Chega! Não podemos mais achar que só o governo deve agir. Há muito tempo a sociedade já entende que o governo é o gerente de suas vontades.
Os segmentos que compõem a sociedade paraense precisam encontrar, ou definir os seus caminhos. Para que o Pará dê o salto de qualidade desejado, nós devemos estar concentrados numa agenda de viabilidade econômica satisfatória para todos. É preciso saber quais são os nossos gargalos, recuperar nossos grandes projetos que ficaram para trás, como o asfaltamento da Santarém-Cuiabá e da Transamazônica e tantos outros. Esse afunilamento na infraestrutura da malha rodoviária (que se equivale em tamanho à malha rodoviária federal, sem contar as estradas vicinais) é a causa de muito atraso, pois os investimentos, mesmo naquelas que estão em boas condições, são constantes e isso é muito difícil num Estado que tem um índice pluviométrico fantástico na primeira etapa do ano, mas acaba com as nossas estradas, principalmente as vicinais, onde estão os nossos agricultores. Isso torna tão caro o valor do frete que fica impossível comprar a produção agrícola de muitos municípios.
É necessário que o Pará negocie suas riquezas naturais, hídricas, florestais e minerais. Nós temos que ter um projeto florestal com nível de excelência. Precisamos conhecer lugares nos quais já estão implantados e em constante evolução programas de desenvolvimento, como é o caso da Costa Rica que implantou um modelo possível para manter a floresta em pé e lucrar com isso. Criou um modelo de economia florestal no qual estão envolvidas quase todas as áreas técnicas profissionais. É um sucesso. No projeto da hidrelétrica de Belo Monte, os técnicos corrigiram tudo o que não deu certo em Itaipu e Tucuruí. Mas precisamos unir esforços para que a cobrança do ICMS incida também na geração da energia aqui produzida (o filé da energia) e não somente na distribuição. Com isso, haveria mais recursos para o estado e para os municípios. É essa possibilidade financeira da energia que devemos perseguir para reverter o quadro caótico da saúde, educação, segurança pública, conservação de nossas estradas e tantas outras obras de infraestrutura que só serão possíveis realizar se o governo tiver recursos.
Uma pauta na qual esteja contida toda a política de desenvolvimento, geração de renda, mão de obra e de arrecadação em favor dos municípios é urgente. Nós devemos saber o que queremos e a primeira coisa a fazer é unir empresários, técnicos, estudiosos e, principalmente, a área política. Se for o caso, contratar consultoria. Quando visitei a Califórnia, nos Estados Unidos na década de 1970, havia um Instituto chamado California Tomorrow, mantido pela sociedade e que reunia grandes estudiosos para fazer levantamentos e projetos constantes. A cada novo governo o Instituto apresentava, por escrito, um projeto de desenvolvimento. Isso foi de extrema importância para o futuro da Califórnia, que hoje é o mais rico estado americano.
O Pará como última fronteira mineral, agrícola e florestal do País se transformou num convite permanente à migração e isso tem sido um agravante dos seus problemas de meio ambiente. Entretanto, já acumulamos experiência suficiente para não ficar mais nessa discussão binária que não leva a nada, entre devastadores e ambientalistas.
O Pará precisa trocar de lugar no noticiário. Sair do policial e entrar no econômico. Chega de lamentar. Os problemas nós já conhecemos. Precisamos de alternativas científicas e futuristas que garantam o equilíbrio do ecossistema e o bem-estar da população.
JADER BARBALHO
*Texto originalmente publicado no jornal Diário do Pará no dia 29 de Maio de 2011.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Câmara aprova plebiscito sobre a divisão do Pará
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou quinta-feira (5) a realização dos plebiscitos para decidir sobre a criação dos Estados de Tapajós e Carajás. As duas propostas foram colocadas em pauta durante a realização de uma sessão deliberativa, que não precisa contar com os votos individuais dos deputados. Apenas representantes das lideranças dos partidos que compõem a casa votaram, definindo os votos de todas as bancadas.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
PMDB paga R$114 mil para promover workshop internacional
O PMDB vai reunir nesta quinta-feira (5) os principais líderes do partido para promover o 1º Workshop Internacional da legenda. Com o slogan "O poder da nossa marca", o PMDB quer discutir estratégias eleitorais para 2012 e de comunicação para 2014. Organizado pelo presidente do PMDB, Valdir Raupp (RO), o evento terá duração de um dia e custará R$114 mil.
O vice-presidente da República, Michel Temer, e o governador do Rio, Sérgio Cabral, vão abrir o evento. Para falar sobre comunicação política, o PMDB contratou os consultores Marc McKinonn, guru do partido Republicano e cientista político brasileiro, Alberto Carlos Almeida, e o cientista político, Mathew McMilan, que trabalhou na campanha de Barack Obama. No começo do mês, o partido havia confirmado o nome de Peter Giangreco no lugar de McMilan.
"Queremos organizar o partido para pensar não só nas próximas eleições, mas também já de olho na eleição presidencial de 2004", disse Raupp. Para o ano que vem, o PMDB quer lançar candidaturas próprias nas 100 principais cidades do Brasil, o pode comprometer planos de aliados, como o PT-SP, que também quer nome próprio em 2012.
Mototaxistas: recadastramento separa joio do trigo
A prefeitura de Ananindeua irá recadastrar todos os mototaxistas que circulam no município para atender a um pedido da categoria, que não deseja a concorrência desleal dos clandestinos. Essa foi uma das decisões tomadas ontem durante uma reunião que participei com a presença de várias entidades representativas da categoria. Hoje os trabalhadores entenderam a importância da fiscalização para separar o joio do trigo. Existem hoje no município 528 autorizações de mototaxistas emitidos pela prefeitura dadas a trabalhadores que merecem ter tranquilidade no seu trabalho.
Ficha Limpa
O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou o recurso extraordinário apresentado pelo candidato ao Senado pelo Pará nas eleições de 2010, Paulo Rocha (PT). A decisão individual do ministro Dias Toffoli foi dada no dia 27 de abril. Como não houve publicação da decisão, somente as partes interessadas haviam sido informadas. O STF deve divulgar somente hoje (5) a decisão.
Agenda de prioridades pauta obras em Ananindeua
Na última terça participei de uma reunião de planejamento estratégico com todo o meu secretariado para discutir as obras e ações de cada secretaria que deverão ser priorizadas até o final do meu mandato nas áreas de Educação, Saúde, desenvolvimento econômico, habitação, assistência social, infra-estrutura, entre outros. Consolidamos uma agenda de prioridades do que será feito hoje, amanhã e até o final de 2012 em Ananindeua, sempre tendo como foco o melhor atendimento à população do município.
Elcione apoia luta por volta do diploma
O Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA), representado pela diretora Enize Vidigal, reuniu na última segunda-feira (2) com a deputada federal Elcione Barbalho (PMDB), no escritório da parlamentar em Belém, para pedir apoio à aprovação da PEC 386/09. O projeto, que tramita na Câmara Federal, visa restituir a exigência do diploma em jornalismo para o exercício da profissão no Brasil. Elcione foi bastante receptiva à PEC. Ela disse que vai apoiar a aprovação e, inclusive, se comprometeu em articular o apoio da bancada peemedebista em Brasília.
“A questão do diploma não é mera reserva de mercado, é critério de qualidade para o jornalismo brasileiro, mas cuja repercussão imediata é a precarização do salário e das condições de trabalho dos jornalistas”, explicou a sindicalista.
A reunião com Elcione faz parte de uma série de audiências que o Sinjor-PA vem promovendo com deputados federais e senadores do Pará, por orientação da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A intenção é buscar apoio em favor não apenas da PEC 386, mas da PEC 33/09, que tramita no Senado Federal, também com o objetivo de devolver a exigência do diploma aos jornalistas.
BELTERRA: 77 ANOS DE FUNDAÇÃO
No dia 04 de maio, a Cidada de Belterra, pertencente à Mesoregião Baixo Amazonas e à Microrregião de Santarém, completa 77 anos de fundação.
O município tem sua origem intimamente ligada à fase de expansão e exploração da borracha, quando Henry Ford resolveu transformar um sonho em realidade, implantando o cultivo racional das seringueiras na Amazônia, culminando assim na maior produtora de borracha natural do mundo.
Nascia então Fordlândia, com infraestrutura de uma cidade moderna made in EUA, desenvolvendo-se e ganhando dimensões incomuns, vivendo entre 1938 a 1940 o período áureo, sendo considerada a maior produtora individual de seringa do mundo, tendo sua decadência somente depois da 2ª Guerra Mundial, com a grande incidência de doenças nos seringais e a descoberta da borracha sintética pela Malásia.
Durante 39 anos Belterra foi esquecida e a “cidade americana” foi transformada, entre outras denominações, em Estabelecimento Rural do Tapajós (ERT), fato que só mudou depois da emancipação política e administrativa do município.
Diante do exposto, Belterra possui grande representatividade por sua história, sendo de inegável importância, comemorar mais um ano desta cidade, que merece todos os votos de congratulações e regojizo.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Deputada vai realizar Sessão Especial sobre Espadarte em Curuçá
A Deputada estadual Simone Morgado (PMDB), primeira secretária da mesa diretora da Alepa, levará a discussão do Porto do Espadarte para Curuçá, por meio de uma Sessão Especial solicitada pelo requerimento Nº 214/2011 em regime de urgência na última quarta-feira (27/05). O pedido dá continuidade aos trabalhos sobre o tema “Espadarte” que iniciaram discussão na Casa a pedido da deputada Simone.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Priante consegue que Consórcio de Belo Monte doe 2,8 milhões de litros a 11 municípios
Onze municípios da Transamazônica vão receber do Consórcio Norte Energia, responsável pela construção de usina hidrelétrica de Belo Monte, 2,8 milhões de litros de óleo diesel para abastecer máquinas a serem usadas na recuperação e manutenção do tráfego nas estradas vicinais danificadas pelas fortes chuvas que caem na região. A doação foi formalizada ontem (27) pelo presidente da Norte Energia, Carlos Nascimento, ao presidente do Consórcio de Prefeitos de Belo Monte, Eraldo Pimenta, prefeito de Uruará, em reunião em Brasília com o deputado federal José Priante (PMDB-PA), que intercedeu em favor dos municípios da Transamazônica.
Foram contemplados os municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Gurupá, Medicilândia, Pacajás, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu. Cada município receberá 260 mil litros de óleo diesel, que totalizam cerca de R$ 6 milhões. “É uma ajuda emergencial, que chega para amenizar os problemas que esses municípios estão enfrentando com as chuvas”, declarou Priante.
Carlos Nascimento informou que a ajuda às prefeituras está de acordo com o cronograma de investimentos da Norte Energia, que dispõe de R$ 4 bilhões para investir em eletrificação rural, saúde, educação e infraestrutura básica nos municípios da área de influência da usina. “Com essa doação, estamos cumprindo os compromissos que assumimos”, afirmou.
Pimenta prevê que o combustível doado “é suficiente para abastecer as máquinas durante dois meses de trabalho no máximo, mas dá para enfrentar a chuva”. Depois desse período, para manter a trafegabilidade das vicinais as prefeituras esperam contar com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que não estaria ajudando os municípios. “O Incra é irresponsável, inoperante e ausente na região”, acusou o prefeito.
Segundo Eraldo, apenas Uruará gasta, em média, 1 milhão de litros de combustível por ano para manter serviços básicos da prefeitura. “No ano passado, o investimento do Incra em Uruará foi zero ”, reclamou, dizendo que essa situação se repetiu na maioria dos municípios da região.
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